terça-feira, novembro 11, 2008

À querida conterrânea




À querida conterrânea


Em toda parte procurava ela:
bibliotecas, sebos, livrarias.
No campo e na colina mais bela
não estava, e nem nas pradarias.

Fiquei preocupado sem achar aquela,
com a qual eu conversaria dias.
Escancarando de minh’alma a cela
e deixando-a livre a alegrias.

Depois de buscá-la em todo canto,
quedando-me pesaroso então lembrei
do lugar onde não há mais pranto.

Corri e, ao vê-la, com a alma afagada
pude sorrir e cantei, aos céus bradei:
“A encontrei na terra de Pasárgada”


Emmanuel Henrique


É um poema "imitação de soneto" que dedico à minha querida conterrânea. rsrs. Tudo surgiu de nossas conversas pelo msn e de nossa paixão pela poesia. Pasárgada, o local onde não há dor, não há mais nada de ruim, segundo Manuel Bandeira em sua obra.
Surpreendemos um ao outro com nossas semelhanças.
Além do que, queria sempre te lembrar que: DE PASÁRGADA VIEMOS!!! =]

6 comentários:

Lucas Nietzel disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
ρι disse...

é mto especial sim Lucas. E não é virtual n, acho q não consegui esclarecer bem. Ela é real.

Vlw Lucas! O melhor p tu tb kra, sempre! =]

Renato disse...

Nossa Emmanuel que homenagem linda essa, acho que não existe uma forma mais linda e tão poética de desejar que alguém encontre a sua Passárgada(aliás morro de vontade de ir lá, kkkkkk)essa sua amiga deve ser alguém muito especial mesmo.
Parabéns!!
Um grande abço!!

Luiza disse...

Adorei esse seu gesto, vc é muito fofo, ela deve ter ficado muito feliz...
Bjs...

ρι disse...

ah lu! brigado!

=]

Lilian disse...

Que linda homenagem Emmanuel
*-*
Beijosss